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Title: A Destruição do Tibet (4/5) View count: 49 Rating: 5.0 (1 ratings) Description: Sobre o Tibet e a democracia: Para o povo do Tibet, a democracia não é um princípio ou um sistema novo; também a nossa abertura para o processo democrático não foi, como parece, resultado da ocupação chinesa do nosso país, nem de nosso contato com influências externas. Desde a infância e muito antes de assumir o poder temporal, Sua Santidade o XIV Dalai Lama tinha uma vontade inequívoca de democratizar o Tibet. (...) Advogou a democratização e conseqüente renúncia à sua posição de autoridade, mas o povo recusou-se a aceitá-la. Nos últimos trinta e sete anos de sua vida no exílio, Sua Santidade gradualmente persuadiu e educou seu povo a adotar um modo de vida democrático e a levar os ideais à implementação, de modo a obter uma democracia genuína. Em Junho de 1991, uma Carta Constitucional para o governo da diáspora tibetana recebeu a chancela de Sua Santidade, depois de ser aprovada pela XI Assembléia. A Carta tornou o povo soberano, e todos os órgãos do governo executivo, legislativo, judiciário, e até a própria autoridade de Sua Santidade derivaram seu poder pelas provisões contidas no documento. Sobre o modelo de democracia tibetana: O modelo da democracia tibetana é fundamentalmente diferente dos princípios democráticos modernos. O nosso é baseado nos princípios básicos de igualdade de todos os seres sencientes, com base no seu potencial para um desenvolvimento ilimitado. Só é possível o estabelecimento de uma igualdade assim na vida diária através da co-operação e não através da competição. A competição invariavelmente leva a uma forma de confronto ou de luta. É impossível alcançar o amor e a igualdade através da competição. Seja no sistema político ou no econômico, ela impede a co-operação e a colaboração genuínas. Compreendendo o fenômeno do comportamento humano, o Buda recomendou uma democracia livre do sentimento de competição. Sobre o objetivo último da sociedade O objetivo último da sociedade é despertar a inteligência humana. Ela cria um nível de racionalidade que leva à unanimidade um estado em que não há mais necessidade de escolha. Sobre uma democracia não-partidária Assim, uma democracia não-partidária é possível quando cada indivíduo tem a liberdade de lidar com qualquer assunto conforme a sua sabedoria e conhecimento, sem qualquer condição imposta por grupos ou ideologias. O parlamento tibetano no exílio é um exemplo vivo de uma democracia não-partidária. Ela representa igualmente todos os tibetanos sem ideologias grupais, programas, maioria ou minoria. A dominação da maioria sobre a minoria é um modo de impor a visão da primeira sobre a segunda, e não é uma situação ideal na democracia. http://www.brasiltibet.org.br/biblioteca/pensamento.html Disponibilizado por http://inspetra.wordpress.com/ Tags: destruição, tibet, invasão, história, crime, tortura, dalai lama, china, monges, budismo, comunismo, política, passeata, manifestação, polícia, luta, morte, tibete, Author: documentarioz |